Ano de Ester \o/ !!!

É ano de Ester...

Sabe o que isso significa? É o ano de viver a honra, viver a abundância de alegria, felicidade e regozijo! Leia o livro de Ester (ele faz parte da Bíblia pra quem não sabe).
Quem penssava que iria nos ver destruidos no ano de 2007 se enganou completamente, a Babilônia caiu e nos continuamos de pé, e pra viver a honra de Deus! hurruuuu.... Ningém pode nos parar!!!
Esse ano é das mulheres, viveremos aquilo nunca antes sonhamos, assim como Ester viveu. Ela passou de uma judia orfã a rainha de um dos reinos mais prosperos da terra. Ela recebeu a maior honra que uma mulher de sua época poderia receber. P orque será que isso aconteceu?
Será porque ela era mais um rostinho bonito, ou usava as roupas mais caras, ou será porque seu nome estava constantemente nas colunas socias, nas revistas das celebridades, ou porque ela era uma mulher bem produzida, sedutora e irresistível ?
Não. Ester era bonita sim, mas o que a fez ser honrada pelo rei não foi a beleza apenas, foi porque ela era uma mulher temente a Deus e que ouvia sua voz, e por isso fazia o que era certo. Foi Deus quem a honrou, não foi merito de sua beleza ou de suas habilidades.
Muitas mulheres tem se corrompido, se deixado levar pelos apelos desse mundo podre, e por causa disso deixam de viver a honra. Se contentam com menos do que merecem, vendem o corpo, a dignidade a troco das honrarias humanas, deixando de viver o excelente de Deus.
Nesse ano de Ester eu não vou me contentar em viver menos do que eu mereço, eu quero tudo, tudo que eu mereço. Em Deus eu posso todas as coisas, e Ele tem pra mim felicidade, regozijo e honra, e é isso que vou viver, porque eu sou filha.

Se vc deseja viver isso também me mande uma mensagem que eu te ensino o caminho passo a passo, o primeiro passo é se entregar a Jesus, e o restante te conte depois.

Eu vou viver os sonhos
Tudo que prometeu
Eu vou viver os sonhos
As promesas que me deu....
Eu vou viver!!!



Um poema pra refletir...

Eu sei, mas não devia

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e
dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.

Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.

Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

( Marina Colasanti )

Não se conformem com este mundo, mas deixe que Deus as trasforme por meio de uma co plete mudança na mente de vocês. Assim conhecerão a vontade de Deus, isto é aquilo que é bom perfeito e agradável a Ele. ( Romanos 12.02 )

É Natal...


Todo fim de ano é a mesma coisa, todo mundo fica tão gentil, fazendo votos de felicidades as outras pessoas, mas parece que depois das festas se esquecem de fazer os mesmos votos, esquecem a cordialidade, da amizade adotando muitas vezes uma postura de competitividade sobretudo no ambiente de trabalho, e as vezes até mesmo dentro de casa. Depois do dia 31 de dezembro as luzes dos enfeites de Natal se apagam, e com elas se apagam o brilho no olhar, o sorriso a trenura dos votos feitos anteriormente. Infelizmente.
Essa foto ao lado é do meu cachorro o Guga, todos os dias ele me dá uma lição enorme do que é gostar de alguém de verdade. A cada manhã independente de fazer sol ou estar chovendo ele tem sempre um carinho gicantesco por mim, ele faz festa todo dia quando chego em casa, ele é um grande amigo, só falta falar...
Há quem diga que os animais são irracionais, mas o comportamento de meu cão parece demostrar o contrário, é incrivel como ele consegue ser tão gentil, carinhoso, alegre. Sempre pronto a brincar, mesmo nos dias mais frios.
Acho que nós seres humanos, seres "racionais" deverímos repensar nossa postura perante a vida e principalmente perante o próximo, deixando de lado todo o preconceito, briga, inveja competitividade no dia-dia, pra que assim nosso dia possa ser mais tranquilo, mais alegre.
Sentimentos nobres como o amor, a amizade, devem ser demostrados todos os dias, e não só nos ultimos 7 dias do ano. Cada dia é uma oportunidade única de ser feliz e de fazer o outro feliz. Aproveite faça como o meu cachorro, seja faliz e faça alguém feliz a cada dia!